Líderes condenam disparos e defendem democracia
Da Venezuela a Israel, líderes internacionais condenaram enfaticamente a violência e fizeram ...
Da Venezuela a Israel, líderes internacionais condenaram enfaticamente a violência e fizeram apelos em defesa da democracia após os disparos em um jantar anual com jornalistas em Washington, onde o presidente americano, Donald Trump, e seu Gabinete estavam reunidos no sábado.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse estar "chocado com as cenas" e reiterou que "qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado com a máxima veemência", escreveu em sua conta no X. Na mesma linha, o presidente francês, Emmanuel Macron classificou o ataque como "inaceitável" e disse que a "violência nunca tem lugar na democracia".
Já o líder espanhol, Pedro Sánchez, condenou o ataque e disse que a "violência nunca é o caminho". "A humanidade só avançará por meio da democracia, da convivência e da paz", afirmou nas redes sociais.
Aliado de Trump, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse estar "chocado com a tentativa de assassinato" e elogiou o Serviço Secreto americano "por sua reação ágil e decisiva".
Na América Latina, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também manifestou solidariedade ao presidente americano e afirmou que o Brasil "repudia veementemente" o episódio. "A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger", escreveu Lula.
Já a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que "a violência nunca será uma opção para quem defende as bandeiras da paz", escreveu em sua conta no X. Do México, a presidente Claudia Sheinbaum disse no X que "a violência nunca deve ser o caminho".
visita mantida
O rei Charles III, que tem prevista uma visita a Trump esta semana, expressou seu "grande alívio" pelo fato de que o presidente americano e seus convidados tenham escapado ilesos dos disparos. Segundo um comunicado do Palácio de Buckingham, a visita do rei e da rainha britânicos seguirá "conforme planejado". A decisão, diz o texto, foi tomada "após discussões entre os dois lados do Atlântico".
Charles e sua esposa, Camilla, chegarão aos EUA hoje para uma viagem de quatro dias que inclui um encontro privado com Trump e um discurso ao Congresso, marcando os 250 anos da declaração de independência dos EUA do domínio britânico.