Sábado, 23 de Mayo de 2026

Futebol também é coisa de... mulher

BrasilO Globo, Brasil 23 de mayo de 2026

Estamos a poucos dias da edição masculina da Copa do Mundo de futebol, algo que mexe, há ...

Estamos a poucos dias da edição masculina da Copa do Mundo de futebol, algo que mexe, há quase um século, com boa parte do planeta. Mas, nas últimas edições do certame, a presença feminina tem sido notada, dentro e fora de campo. No Catar, em 2022, foram seis árbitras e assistentes femininas " uma delas a brasileira Neuza Inês Back ", número mantido para esta edição.
Entre o público, só para citar o exemplo do Brasil, 71% das mulheres conectadas no país se declaram fãs da competição, segundo pesquisa recente do Ibope Repucom, um crescimento de, pasme, 22% na comparação com a Copa do Mundo de 2014. Atualmente, o interesse pelo Mundial é idêntico entre homens e mulheres.
Já na cobertura do grande evento esportivo, elas estão quebrando barreiras a cada edição. O maior exemplo desse destaque é Renata Silveira, 36 anos, que, em 2026, alcançará um novo marco: será a primeira narradora brasileira a comandar uma transmissão de Copa do Mundo in loco. Em conversa com Nelson Lima Neto, da turma da coluna, ela falou sobre esse desafio.
"Encaro com muita responsabilidade, mas também com naturalidade. Acho importante ocupar espaços que, durante muito tempo, foram vistos como exclusivamente masculinos, porque isso ajuda a abrir caminho para outras mulheres também", diz ela, antes de mencionar a importância dos estudos para cada jogo do Mundial:
"Meu foco está sempre na minha preparação, no meu trabalho e na minha capacidade profissional. A narração exige estudo, emoção, repertório e dedicação, independentemente de gênero. Fico feliz de poder representar tantas meninas que hoje já conseguem se imaginar nesse lugar."
Sobre o torneio em si, ela comentou o que pensa sobre a edição de 2026:
"Estou vendo uma Copa muito equilibrada e tecnicamente forte. Existem seleções que chegam naturalmente como favoritas, pela tradição e pelo momento, mas torneio grande também é muito sobre confiança, encaixe e força mental."
Ela, claro, não descarta as chances de título da nossa seleção:
"O Brasil sempre entra como candidato importante, principalmente pela qualidade individual e pelo peso da camisa. Acho que temos chances reais, mas sabemos que hoje a distância entre as grandes seleções diminuiu bastante. Vai ser uma competição decidida nos detalhes."
Em tempo
Pois aqui vão algumas das previsões da Renata.
Favoritas: França, Espanha, Argentina e Inglaterra
Pode surpreender: Alemanha
Minha torcida: Brasil
E você, concorda?
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