Jueves, 01 de Octubre de 2026

Fux autoriza fla a participar de ação contra fim das bets na stf

BrasilO Globo, Brasil 1 de octubre de 2026

O ministro Luiz Fux, relator do processo que questiona a medida provisória (MP) que proibiu as ...

O ministro Luiz Fux, relator do processo que questiona a medida provisória (MP) que proibiu as bets, aceitou ontem o pedido do Flamengo para participar da ação no Supremo Tribunal Federal (STF) como parte interessada.
O clube havia protocolado o pedido para ingressar no processo e solicitou que sua manifestação fosse considerada já na análise do pedido de suspensão da MP. Em nota, o Flamengo afirma que a iniciativa não foi tomada apenas para defender interesses próprios, mas para contribuir para que a "Suprema Corte possa avaliar, de forma ampla, as consequências concretas da alteração legislativa para todo o ecossistema esportivo".
Desde a edição da MP, na última sexta-feira, o presidente rubro-negro, Luiz Eduardo Baptista, tem criticado a decisão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Flamengo se antecipou a um movimento dos clubes brasileiros, que discutem uma atuação conjunta no STF para tentar resguardar contratos de patrocínio e receitas do setor.
Na petição, o Flamengo argumenta que a proibição tem impacto direto sobre o financiamento do esporte e cita o contrato de patrocínio máster com a Betano, de cerca de R$ 268,5 milhões por temporada e válido até o fim de 2028. O clube considera insuficiente o prazo estabelecido para a retirada das marcas das casas de apostas e alerta para os efeitos de uma perda abrupta de receitas sobre o futebol profissional, os esportes olímpicos, o futebol feminino e as categorias de base.
As ações em tramitação no Supremo foram apresentadas pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e pelo Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), entidades que representam empresas do setor. As entidades pedem a suspensão da MP e alegam que a norma pode provocar efeitos irreversíveis antes mesmo de sua análise pelo Congresso Nacional.
O Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional (Sinafut), que representa clubes e federações, também pediu para ingressar nos processos como parte interessada. Caso a suspensão da medida não seja concedida, o sindicato defende um período de transição de seis meses para a entrada em vigor da proibição.
La Nación Argentina O Globo Brasil El Mercurio Chile
El Tiempo Colombia La Nación Costa Rica La Prensa Gráfica El Salvador
El Universal México El Comercio Perú El Nuevo Dia Puerto Rico
Listin Diario República
Dominicana
El País Uruguay El Nacional Venezuela