Sábado, 04 de Abril de 2026

Preso na praia da Barra da Tijuca segundo suspeito pela morte de Marquinho Catiri

BrasilO Globo, Brasil 13 de marzo de 2023

Agência O Globo -
Apontado como um dos suspeitos pela morte do miliciano Marquinho Catiri, José Ricardo Simões foi preso na tarde de domingo na praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio

Agência O Globo -
Apontado como um dos suspeitos pela morte do miliciano Marquinho Catiri, José Ricardo Simões foi preso na tarde de domingo na praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Simões, que de acordo com as investigações da Polícia Civil faz parte de um grupo de matadores de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, estava foragido desde dezembro do ano passado. A informação foi divulgada pelo Bom Dia Rio, da TV Globo. Catiri foi morto ao ser atingido com tiros de fuzil, no dia 19 de novembro, na Favela do Guarda, em Del Castilho, na Zona Norte do Rio.
Além de Simões, outro homem foi preso pelo crime, em dezembro do ano passado. George Garcia de Souza Alcovias foi localizado por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital na cidade de Francisco Morato, em São Paulo.
Em um áudio obtido pelo Ministério Público, gravado entre janeiro e maio de 2022 e divulgado pelo portal g1, Catiri diz ao contraventor Bernardo Bello, com quem teria tido negócios, que sua cabeça (de Marquinhos) estaria valendo R$ 4 milhões e que, por isso, precisou reforçar sua segurança.
Nas investigações da especializada, José Ricardo aparece como responsável por dar apoio logístico para a execução da vítima. Ele também é suspeito de ter ajudado George a fugir para o estado de São Paulo, onde acabou sendo preso. Segundo a polícia, José Ricardo já possui anotações por crime de extorsão, roubo e latrocínio tentado.
Chefe da milícia: Morre miliciano Marquinho Catiri após confronto em Del Castilho, Zona Norte do Rio
Marquinhos Catiri foi atingido por tiros no trajeto entre um carro blindado e uma academia de ginástica. Ele ainda chegou a ser levado para o Hospital Salgado Filho, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Uma perícia encontrou 58 cápsulas de fuzil próximo de onde a vítima foi assassinada.
Também conhecido como "Marquinho do Ouro", Marcos Antônio Figueiredo Martins era apontado como o chefe de um grupo paramilitar que atuava nos bairros de Bangu e Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio. Posteriormente, porém, a milícia comandada por ele se expandiu também para a Zona Norte, dominando pontos em locais como Engenho de Dentro e Del Castilho.
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