E-commerce engole a ‘faria lima dos galpões’
Novo polo de expansão de condomínios logísticos no país, Guarulhos (SP) está vendo o ...
Novo polo de expansão de condomínios logísticos no país, Guarulhos (SP) está vendo o espaço vazio de seus novos galpões evaporar em velocidade recorde. Por "culpa" da voracidade das empresas de e-commerce, a vacância desse espaços caiu à metade do primeiro para o segundo trimestre do ano, segundo pesquisa da Binswanger.
A razão para essa demanda, claro, é a proximidade de São Paulo . O levantamento considerou os galpões de altíssimo padrão que foram entregues do ano passado pra cá. Somaram 493 mil metros quadrados " mais de 60 campos de futebol.
Mercado Livre
A vacância desses condomínios logísticos terminou junho em 20,4%, ante 40,4% no fim do primeiro trimestre. Trocando em miúdos: quase 19 mil metros quadrados " mais de dois daqueles campos de futebol " "evaporaram" por mês desde o ano passado. O grande destaque foi a locação de todo um galpão " o Bricklog " para um só cliente: o usual supect Mercado Livre, maior inquilino do segmento no país.
Selic
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que a Taxa Selic deve ser a referência para a correção monetária e os juros de mora das dívidas civis. A alternativa seria uma taxa mensal de 1%, acrescida de correção monetária. Foi um alívio para empresas, "uma vez que a compreensão contrária poderia aumentar exponencialmente as dívidas cíveis", diz o tributarista Luiz Gustavo Bichara, que representava a CNSeg, confederação de seguradoras e parte interessada. A decisão do STF foi uma derrota para a empregada doméstica Zilda Ferreira. Em 2013, ela foi arremessada ao chão de um ônibus em São José do Rio Preto (SP) depois que o motorista passou em alta velocidade por um quebra-mola. Na Justiça, ganhou indenização de R$ 20 mil, mas a correção do valor era discutida até hoje e chegou ao STF.
Sem defesa
Respondendo por furto qualificado e outros crimes, o dono da Hurb sofreu um revés em sua defesa: seus advogados abandonaram o caso e, até agora, João Ricardo Mendes não apresentou novos defensores. O empresário foi solto em julho, com tornozeleira eletrônica, após quase três meses preso.