Sábado, 17 de Enero de 2026

Faculdades de medicina sofrem derrota na justiça

BrasilO Globo, Brasil 17 de enero de 2026

A Justiça Federal impôs, ontem à noite, uma derrota às faculdades privadas de Medicina. ...

A Justiça Federal impôs, ontem à noite, uma derrota às faculdades privadas de Medicina. Por meio da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup), o setor tentava barrar a divulgação das notas do Enamed, o exame nacional que avalia a formação de médicos. A primeira edição do Enamed ocorreu em outubro, e a divulgação dos resultados está prevista para segunda-feira. As faculdades temiam as sanções anunciadas pelo governo a cursos com mau desempenho. A associação argumentava que o exame "padece de graves falhas regulatórias e procedimentais" e que o Inep divulgou a metodologia das notas dois meses após a prova. Como Medicina é o "filé mignon" da educação superior privada " cada vaga chega a ser avaliada em até R$ 2 milhões em fusões e aquisições ", eventuais sanções podem ter impacto inclusive sobre os preços de universidades listadas em Bolsa. Mas a 3ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal discordou da argumentação e não concedeu a tutela de urgência.
Tchau
O fundo imobiliário XP Malls, que vale mais de R$ 6 bilhões na Bolsa, está preparando a venda de sua fatia de 30% no Shops Jardins. O shopping de alto luxo é administrado pela JHSF " que opera o "irmão maior" Cidade Jardim " e foi inaugurado no fim de 2020, no bairro paulistano dos Jardins. O XP Malls quer vender sua fatia ao JHSF Capital Malls, fundo gerido por um dos braços da JHSF e que já tinha 15% do Shops Jardins. O outro acionista é a própria JHSF, com 55%.
No momento, aliás, XP Malls e JHSF estão juntos no projeto de um shopping nos mesmos moldes, mas na região da Faria Lima. Localizado em um dos metros quadrados mais caros do país " na Rua Haddock Lobo, quase na esquina com a Oscar Freire ", o Shops Jardins tem lojas como Dior, Gucci e Louis Vuitton.
Não vou
As restrições de Trump a estrangeiros fizeram com que os EUA perdessem espaço nas viagens corporativas de executivos brasileiros. A fatia do país como destino das viagens internacionais de profissionais caiu de 22,9% para apenas 16,6% entre 2023 e 2025, segundo dados da plataforma de gestão de despesas Paytrack.
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