Miércoles, 21 de Enero de 2026

Itaú é única marca brasileira em ranking global das mais valiosas

BrasilO Globo, Brasil 21 de enero de 2026

A lista das 500 marcas mais valiosas do planeta conta com uma empresa brasileira. O ranking da ...

A lista das 500 marcas mais valiosas do planeta conta com uma empresa brasileira. O ranking da consultoria Brand Finance lista o banco Itaú Unibanco na 254ª posição, após subir 20 colocações em relação à edição do ano passado. O Banco do Brasil, que figurava em 2025 em 467º lugar, ficou de fora da lista desta vez.
Segundo a Brand Finance, o valor da marca Itaú cresceu 15%, para US$ 9,9 bilhões. O banco também alcançou 80,3 pontos no Brand Strength Index (o chamado Índice de Força de Marca), o que garantiu, de forma inédita, a classificação AAA-, indicador de forte reconhecimento e vínculo com o público.
O banco brasileiro, que completou 100 anos em 2024, investiu na comemoração do centenário, entre várias outras ações, trazendo a cantora Madonna para se apresentar na Praia de Copacabana em maio, com uma forte campanha publicitária para marcar o aniversário da instituição estrelada pela "rainha do pop".
BIG TECHS no topo
A liderança no ranking da consultoria Brand Finance ficou com as chamadas Sete Magníficas, as gigantes da área de tecnologia com ações negociadas em Wall Street que vêm ganhando a preferência de investidores com a consolidação das redes sociais, cenário reforçado pela corrida pela inteligência artificial (IA).
A Apple foi a primeira colocada, com valor de marca de US$ 607,6 bilhões, alta de 6% em relação ao ano anterior. Na vice-liderança aparece a Microsoft, com avanço de 23%, para US$ 565,2 bilhões. O Google, em terceiro lugar, teve crescimento de 5%, para US$ 433,1 bilhões, seguido pela Amazon, cuja marca subiu 4%, para US$ 369,9 bilhões.
Ainda na área de tecnologia, um dos principais destaques foi a Nvidia, impulsionada pelo boom de investimentos em IA. A empresa líder na fabricação de chips de alto desempenho para a IA mais que dobrou seu valor de marca, com alta de 110%, para US$ 184,3 bilhões, superando TikTok, Walmart e Facebook.
Em meio à hegemonia de marcas americanas no topo, a chinesa TikTok galgou uma posição e aparece em sexto lugar, com aumento de 45% em valor de marca, para US$ 153,5 bilhões.
No total, as empresas americanas respondem por 53,4% do valor das marcas listadas no ranking. Já as chinesas aparecem bem atrás, com 15,1%. A Alemanha ocupa a terceira posição, com 5,6%.
O relatório também mede o índice de força de uma marca " Brand Strength Index (BSI, na sigla em ingês), com pontuação de 0 a 100, que avalia o grau de reconhecimento, reputação, consideração, recomendação e engajamento de uma marca junto aos consumidores.
Pelo BSI, o YouTube é a marca mais forte do mundo, com pontuação de 95,3, subindo ante a oitava posição, no ranking do ano passado. O WeChat aparece como a segunda marca mais forte do mundo, com BSI de 95,1, após liderar o ranking nas edições de 2024 e 2025.
Já a Microsoft ocupa a terceira posição, com 94,7 pontos, à frente do Google, puxada por ganhos em reputação, recomendação e engajamento em mercados como Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul.
Outro destaque desta edição foi a Lego, que figura como a quinta marca mais forte do planeta, com 94,2 pontos no BSI. O resultado foi fruto de altos níveis de admiração e familiaridade com a marca em todas as faixas etárias. O valor da marca saltou 59%, para um recorde de US$ 17,6 bilhões este ano.
CONSISTÊNCIA no tempo
Segundo Juliana Cury, diretora de Marketing (CMO) do Itaú Unibanco, ser a única brasileira entre as 500 marcas mais valiosas do mundo é um reconhecimento relevante:
" Reforça a força do Itaú como uma marca construída com consistência ao longo do tempo. Esse resultado reflete uma estratégia clara de longo prazo, baseada em confiança, solidez e na nossa capacidade de evoluir continuamente, inovando, nos aproximando dos clientes e gerando valor real para pessoas, empresas e para o país. Subir 20 posições em um ranking global tão competitivo mostra que estamos no caminho certo ao combinar reputação, performance e relevância cultural.
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