Sábado, 21 de Febrero de 2026

Ana magalhães e o feminismo de leila diniz

BrasilO Globo, Brasil 21 de febrero de 2026

Vem aí "Quem é viva sempre aparece", livro de memórias de Ana Maria Magalhães, 76 anos, ...

Vem aí "Quem é viva sempre aparece", livro de memórias de Ana Maria Magalhães, 76 anos, atriz de mais de duas dúzias de filmes importantes dirigidos por gente como Nelson Pereira dos Santos, Glauber Rocha e Cacá Diegues. Um dos muitos personagens da obra é Leila Diniz (1945-1972), de quem Ana foi amiga próxima e sobre quem até dirigiu um documentário, em 1982 (de nome "Já que ninguém me tira para dançar"). Leila, para a autora, tem uma importância enorme para o feminismo brasileiro ao disparar, por exemplo, que "você pode perfeitamente gostar de uma pessoa e ir para a cama com outra". Para Ana, este "feminismo da amiga até hoje não entrou na cabeça dos homens, por exemplo, porque é reivindicado só para eles". Além disso, prossegue, Leila era uma feminista que gostava de homem: "Ela não tinha raiva de homem, que às vezes eu sinto no feminismo atual, uma raiva que não se justifica". Além do pessoal da cultura, no livro, Ana Maria Magalhães aborda também a vida política brasileira. Seu pai, Sergio Magalhães (1916-1991), foi deputado federal pelo PTB de 1954 até ser cassado pelo golpe militar de 1964. Em 1960, ele perdeu para Carlos Lacerda a eleição para o governo da Guanabara.
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