Sábado, 07 de Marzo de 2026

As reflexões de riobaldo em ‘grande sertão: veredas’

BrasilO Globo, Brasil 7 de marzo de 2026

O caboclo Riobaldo, narrador de "Grande sertão: veredas", de Guimarães Rosa, faz, ao longo ...

O caboclo Riobaldo, narrador de "Grande sertão: veredas", de Guimarães Rosa, faz, ao longo da obra, reflexões, digamos, filosóficas sobre, entre outros temas, a vida, a morte e o amor. A pedido da coluna, um grupo seleto de fãs do livro " que está completando 70 anos " indica as suas frases preferidas:
Ana Maria Machado: "A primeira coisa que um, para ser alto nesta vida, tem de aprender é topar firme as invejas dos outros restantes… Me rêjo, me calêjo!"
Antônio Carlos Secchin: "Passarinho que debruça " o voo já está pronto" e "Medo, não; mas perdi a vontade de ter coragem".
Lívia Baião: "Hê, de medo, coração bate solto no peito; mas de alegria ele bate inteiro e duro, que até dói, rompe para adiante na parede" e "Saudade é ser, depois de ter".
Ministra Cármen Lúcia: "Não sei se é o Riobaldo ou os gerais, mas repito demais " e acho que ele também diz: "Não tiro sombra de buraco". Se bem que, nestes tempos loucos, talvez haja muita gente tirando... sombra de buraco, digo!"
Rosiska Darcy de Oliveira: "Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura".
E, finalmente, a frase de Riobaldo que embala a turma da coluna é: "Eu quase que nada sei. Mas desconfio de muita coisa".
La Nación Argentina O Globo Brasil El Mercurio Chile
El Tiempo Colombia La Nación Costa Rica La Prensa Gráfica El Salvador
El Universal México El Comercio Perú El Nuevo Dia Puerto Rico
Listin Diario República
Dominicana
El País Uruguay El Nacional Venezuela