Sábado, 02 de Mayo de 2026

Giovanna antonelli e suas novas histórias agora aos 50 anos

BrasilO Globo, Brasil 2 de mayo de 2026

A carioca Giovanna Antonelli, 50 anos recém-completados, escolheu a coluna para apresentar ...

A carioca Giovanna Antonelli, 50 anos recém-completados, escolheu a coluna para apresentar seu novo visual, agora com franja, para o próximo trabalho de sua carreira. A partir de segunda-feira, dia 3, ela começa a gravar "Garota", novo longa-metragem da querida escritora e diretora Rosane Svartman. Com roteiro original de Flávia Guimarães, o filme aborda, com leveza e humor, temas como o amadurecimento feminino e a quebra de paradigmas e tabus geracionais. A produção e distribuição é da Elo Studios.
"Sempre gosto de me ver diferente, de sair do automático. Nunca me apeguei a uma única imagem. É bom mudar", afirmou a atriz, em bate-papo com Nelson Lima Neto, da equipe da coluna.
Na trama, Giovanna interpreta Susana, uma publicitária que acaba demitida por não se encaixar no novo momento digital da agência onde trabalhou por décadas. A história se desenvolve após ela receber de sua mãe (Betty Faria) uma vira-lata idosa recém-adotada, batizada de "Garota". A relação, que inicialmente é marcada por mau humor e desdém, transforma-se em uma improvável parceria, ganhando as redes sociais.
"A gente cresceu ouvindo histórias em que a mulher de 50 anos ou mais já estava ‘resolvida’ ou ‘fora do jogo’. E isso não é real. O tempo todo há conflitos, há reinvenções acontecendo. Então, contar essas histórias também é abrir novas possibilidades", explica Giovanna.
"Vejo como uma fase de ajuste", diz ela sobre as transformações na vida feminina, entre elas a menopausa: "Um período em que comecei a escolher melhor onde coloco minha energia; tenho menos pressa de provar qualquer coisa e mais foco no que realmente faz sentido para mim".
A atriz não vê problema caso seja vista como "senhora". O mais importante, claro, é estar bem consigo mesma:
"Eu não encaro a idade como um limite. Gosto de quem sou hoje, então essa questão da palavra ‘senhora’ não me incomoda. O ponto não é como me chamam, e sim como me percebo. E, graças a Deus, sigo viva e com saúde. Isso é um grande privilégio".
Maravilha!
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