Rio sedia 1º centro global de soluções de ia da deloitte
A Deloitte inaugurou, no Rio, o seu primeiro Smart Solutions Center (SSC, ou centro de ...
A Deloitte inaugurou, no Rio, o seu primeiro Smart Solutions Center (SSC, ou centro de soluções inteligentes) no mundo, em parceria com a Nvidia. O centro será dedicado ao desenvolvimento, teste e implementação de tecnologias como inteligência artificial (IA) e computação de borda, com foco em atender, principalmente, empresas de petróleo e gás, energia e mineração.
O projeto foi inaugurado na última sexta-feira, com o lançamento do escritório na região do Porto Maravalley, polo de tecnologia e inovação na Zona Portuária.
A escolha do Rio levou em conta a concentração de grandes empresas de energia que investem em pesquisa e desenvolvimento (P&D), além da presença de startups, universidades e institutos de pesquisa ligados à tecnologia, afirma Patrícia Muricy, líder do SSC e da indústria de Energia, Recursos Naturais e Indústria (ER&I) da Deloitte Brasil.
A unidade terá inicialmente uma equipe de 15 a 20 profissionais, com especialistas em estratégia, tecnologia da informação e operacional, arquitetura, conectividade, cibersegurança, governança de IA e finanças.
O centro vai acompanhar os projetos desde a definição do problema e do modelo de negócio até o teste e a implementação da tecnologia. Além de desenvolver protótipos, a equipe avaliará a viabilidade financeira das soluções, os requisitos de segurança e governança e a possibilidade de levá-las para operações maiores.
" A ideia é atuar na estratégia e na definição da transformação digital e ter um time técnico capaz de implementar soluções " explica Patrícia.
‘Hub’ de exportação
Para Flávio Loução, líder de operações do SSC da Deloitte Brasil, o centro funcionará como um sandbox, um ambiente isolado e seguro para testar e desenvolver tecnologias. Algo importante em setores como energia, petróleo e gás e mineração, nos quais uma falha pode afetar operações críticas e trazer riscos à segurança.
A Deloitte espera aproveitar o hub no Rio tanto para adaptar tecnologias desenvolvidas em outros países quanto para levar a outros mercados soluções criadas localmente.