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BrasilO Globo, Brasil 13 de febrero de 2024

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As cartas, contendo telefone e endereço do autor, devem ser dirigidas à seção Leitores. O GLOBO, Rua Marquês de Pombal 25, CEP 20.230-240. Pelo fax, 2534-5535 ou pelo e-mail cartas@oglobo.com.br
Único grande bloco
Eu tive um sonho!
Sonhei que as mesmas raça e determinação que milhares de brasileiros têm no carnaval, para às 8h já estarem na concentração dos blocos, preparados para suportarem calor de até 40 graus por várias horas seguidas, terão no
futuro para acordar cedo e se concentrar na porta de governadores, prefeitos, deputados e senadores
sempre que a imprensa divulgar maracutaias, jabutis e outras práticas nefastas que têm o objetivo de desviar dinheiro público.
Transformem o Brasil em um único grande bloco chamado Nação e Cidadania!
Reinaldo Oliveira
Rio
A boa política
A boa política é arte de saber harmonizar as opiniões contrárias. O presidente Lula, escolado como é e formado, há mais de quatro décadas, nos embates nos idos dos anos 1970 no berço do sindicalismo brasileiro, que é a região do ABCD paulista, de forma hábil, vem se aproximando dos três governdores dos estados que, juntos, representam a maior parte do PIB e da população brasileira e, por consequência, também dos eleitores. Enquanto isso,, o ex-mito, estando mais sujo do que pau de galinheiro e já inelegível por oito anos, não muda o seu método de um radicalismo burro que, com o passar do tempo, o alija de grande parte do votantes.
Hilton Ferreira Magalhães
Rio
Caçadores de ‘likes’
Quanto tempo perdido. Quanta hipocrisia. Temos um país para construir, e as discussões inteligentes não avançam, sendo todos os temas tratados de forma rasa, parcial e polarizada. Os políticos não pensam no futuro do país,
mas sim nos likes de seus apoiadores, como se fossem meros influenciadores digitais. Alguém tem dúvida de que
os filhos dos políticos ricos
das bancadas evangélica
e ruralista estudam nas melhores escolas do exterior?
Fábio Vargas
Niterói, RJ
Faxina nas Casas
Washington Olivetto afirma que rebaixamos o Congresso Nacional ao elegermos figuras como Damares Alves e Carla Zambelli. ("Texto de segunda categoria", 12 de fevereiro). Foi sintético e econômico, pois as duas apenas representam simbolicamente o nível do Parlamento eleito por nós, que assim nos tornarmos cúmplices e responsáveis pelo descalabro dessas escolhas. No entanto, a própria democracia oferece oportunidade para corrigirmos essas excrescências, realçada pelo colunista: "higienizar o Senado e a Câmara dos Deputados, tirando de lá quem nunca deveria ter entrado". Precisamos aprender a lição que a História nos oferece, pois quem não a conhece está condenado a repeti-la.
Pedro Henrique M. Fonseca
Rio
Bizarra sugestão
Quando as eleições de 2018 confirmaram que Jair Bolsonaro havia vencido a eleição para presidente da República, cansei de ouvir: é bom "Jair" se acostumando. Nunca me acostumei e, para falar a verdade, os que faziam a bizarra recomendação logo se arrependeram, pois viram que era impossível se acostumar com aquele tosco e desqualificado governo.
Em 1988, o então capitão,
além de ser excluído do Exército por seus delitos, foi punido
com só 15 dias de prisão.
É bom Bolsonaro "Jair" se acostumando, pois as penas pelos seus graves crimes deverão ser mais severas e contundentes. Isso também vale para seus comparsas.
Wilde Raia
Rio
Conspiradores
O ex-ministro da Defesa demonstra claramente como atuam os conspiradores contra a democracia. Entre eles, arrotam suas teses golpistas, mas, quando são confrontados, dissimulam e negam que são conspiradores. Utilizam essas táticas nojentas para se protegerem em caso de serem descobertos. São pessoas abjetas e desprovidas
de qualquer espírito democrático. Cadeia neles.
Carlos Souza
Rio
Poder feminino
Gostaria de parabenizar
O GLOBO pelas matérias isentas que tenho tido a oportunidade de ler. Em especial a de Natalia Pasternak sobre "o que as mulheres querem" (12 de fevereiro). Simples, mas requer um pouco de esforço e boa vontade: respeito, instrumentos, boa vontade para que mulheres sejam avaliadas pela nossa capacidade e não pelo nosso gênero. E Natalia deixa isso
bem claro nesse artigo sobre mulheres na ciência, mas que pode ser espelhado em todas
as áreas. Sou presidente do conselho da Unibes, instituição que já há alguns anos é agraciada com o prêmio Girls Education de empodeiramento
e liderança feminina. Do que precisamos é de oportunidade, políticas públicas instrumentos e, acima de tudo, respeito. E é isso que tão bem Natalia reforça em seu artigo, Parabéns, Natalia, continue forte em seu propósito.
Denise Zaclis Antão
Rio
Depois de ler e reler o artigo
de Natlia Partenak, eu me
senti representada e acolhida. Que delícia nestes tempos
tão "esquisitos" saber que
não estamos só.
Selma Feldman Singal
São Paulo, SP
Desculpe-me, Natália Pasternak, mas o que atrapalha a carreira das mulheres cientistas não é a misoginia, mas a biologia. Quando eclode o instinto maternal, tudo mais praticamente desaparece
do horizonte feminino. Até
as ferozes leoas param de
caçar zebras para lamber ternamente seus filhotes.
Renato Vilhena de Araujo
Rio
O artigo externa a opinião de todas as profissionais que, sendo mães, precisam de apoio e de estrutura para exercer sua dupla função.
Anita Kaufmann
Rio
Xô, patrulhamento
Aos 70 anos o vivente indubitavelmente já está mais perto da morte do que do nascimento. Os sexa e septuagenários sempre foram minoria na população, e a legislação, elaborada pelos
mais jovens, determinava seu patrulhamento. Como nessa última fase da vida quem teve condições geralmente já acumulou o que poderia,
o olho-grande de herdeiros certamente muito contribuiu para a dita legislação, que ignora que "herança é aquilo que sobra quando a pessoa morre". Se nada sobrar… paciência (e resignação); cada um que trate de construir seu próprio futuro. E que cada vez mais "velhos" e "velhas" tenham a possibilidade de dispor de
seus haveres da forma que
bem (ou mal) queiram.
Cândido Espinheira Filho
Rio
A coluna de Irapuã Santana ("Setenta, a melhor idade", 12 de fevereiro), sobre a capacidade mental da melhor idade, traz à tona uma discriminação embutida num tema que não se vê ser questionado: a aposentadoria compulsória aos 75 anos, imposta pela Constituição. Quando se vê, no dia a dia, o aumento da expectativa de vida, acompanhado de um correspondente aumento da capacidade de decisão, ficamos atrelados a um número estagnado, que não acompanha essa evolução. No edital de 2023 do concurso da AgeRio - Agência de Fomento do RJ, é assegurada prioridade aos maiores de 80 anos (7.1.1.5.1
do edital), medida alinhada ao amadurecimento da população. Na contramão, o concurso público nacional unificado, recém-lançado, excluiu os maiores de 75 anos. Lamentável discriminação, que alija pessoas competentes e que conservam muita disposição para contribuir.
FERNANDO LOMBA
Rio
Força da cultura
Excelente o artigo "O dinheiro da cultura" (12 de fevereiro),
de Miguel de Almeida. Entra governo e sai governo e nenhum deles ainda entendeu a força da economia criativa, principalmente na geração
de empregos. O incrível é
o BNDES não estar atento
à contribuição desse setor para o PIB brasileiro.
Márcia Rocha
Rio
Zunir Paris
O Brasil, que é bicampeão olímpico, conseguiu ficar fora da Olimpíada de Paris. Mas, para uma completa hecatombe do futebol brasileiro, o próximo passo será muito mais difícil. A seleção canarinho está em sexto lugar nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. Contudo, precisaria terminar em sétimo lugar e depois perder a vaga na repescagem. Se continuar com bastante desorganização, despreparo técnico, desmotivação e desinteresse, será possível conseguir esse feito histórico, por falta de amor à camisa
que foi extremamente vilipendiada pela política.
Luiz Roberto da Costa Jr.
Campinas, SP
Se a nossa seleção pentacampeã de futebol, decadente, colhe seguidos fracassos desde 2006, em contrapartida a seleção sub20, que subiu quatro vezes ao pódio nas últimas olimpíadas, com bronze em 2008, prata em 2012 e ouro em 2016 e 2020. Infelizmente, com apresentações horrorosas no Pré-Olímpico da Venezuela, foi desclassificada, perdendo a chance de ir a Paris, para mais uma olimpíada. Quando, nesse domingo dia 11, dependendo somente de um empate, perdeu de 1 a 0 da Argentina e entregou de bandeja a classificação aos Jogos deste ano em Paris, para los hermanos... A última vez que a nossa seleção ficou fora de uma Olimpíada foi em 2004, na Grécia, quando, na disputa do Pré-Olímpico, perdeu exatamente para as mesmas seleções de agora, do Paraguai e da Argentina. Mas algo ficou evidente nessa despedida melancólica do Brasil: que esta seleção esteve órfã de um bom treinador. Acorda, CBF!
Paulo Panossian
São Carlos, SP
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